quarta-feira, dezembro 01, 2004

Os Incríveis

Vi. É o melhor desenho desde Shrek. Shrek 1, por favor, porque o 2 é bobão. Enfim, Os Incríveis é diversão pra toda família (clichê? não, imagina), não tem como não se divertir. Destaque para a dublagem em português que, pela primeira vez, não deixou a desejar e eu nem quis ver a versão em inglês para comparar. Quero mesmo é ver o filme de novo e rir mais um pouquinho das aventuras atrapalhadas do Senhor Incrível e sua família. Vai, dessa vez eu recomendo mesmo.


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Meu HD morreu. Perdi todos os meus arquivos de anos de faculdade, fotos, músicas, programas, tudo. O pior é que o de Mommy morreu também. Acho que estavam viróticos, coitados. Estou com preguiça de instalar tudo de novo, preguiça de procurar os arquivos perdidos, preguiça de ligar o computador quando chego em casa. Então, vou mandar o bom e velho Foda-se, qualquer dia eu conserto aquela joça velha (tadinho do meu P3). E, acredite, quando eu digo que vou ligar o foda-se, é sério. Sempre que olho pra ele faço cara feia e digo: foda-se.
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Cansaço e loucura estão intimamente relacionados. Se bem que tudo na minha vida em excesso relaciona-se com loucura. Quando estou triste, fico cansada e depressiva. Depressiva, logo louca. Quando estou feliz (que é o caso agora), fico cansada e lerda. Lerda, logo louca. A sensação é engraçada, misturo as coisas, as pessoas e as situações. Começo uma coisa e logo não lembro mais o que estava fazendo. A vida fica fluida, meio gelatinosa. Ok, fico constantemente chapada, essa é a questão. Acho que, se eu fumar um beck agora, vou virar uma geleca pra sempre e todos ficarão macios e fofinhos. Tem um gerente aqui do trabalho que é gordinho, uma graça. Na primeira vez que o vi (e eu nem estava chapada ainda), tive vontade de abraça-lo. Hoje, nossa, eu quero pular nele, quero aperta-lo até que ele morra. Tomara que ele não apareça na minha frente tão cedo.

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