terça-feira, fevereiro 01, 2005

Do dia em que se (re)descobre o amor (de novo)
ou seguindo a modinha de escrever carta aberta

Então, acho que você bem sabe que não importa o quanto eu fico longe. Não importa o quanto você seja diferente de mim. Não interessa quantas vezes nós brigamos. Talvez você ainda guarde máguas. Não sei. Não consigo deixar de te amar. Eu confesso que, em algum momento, bem que tentei. Não tento mais. Não tenho mais motivo. Pensando bem, nunca tive.

Enfim, tudo isso está aqui disposto do jeito que está para que você entenda que é uma pessoa muito amada. Experimenta cortar o dedo mindinho pra você ver que eu vou ficar toda preocupada. Experimenta chorar um pouquinho pra ver que meu ombro vai estar disponível. Na verdade, não experimenta nada disso, não. Se cuida. Esteja bem, fique bem. Estou longe, mas estou perto. Por favor, não me dá mais sustos, hein? Não posso, não sei e não quero viver sem você.

Qualquer coisa que precisar, você sabe meu e-mail, meu telefone, meu endereço.

um beijão.

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